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FRESP solicita ao BNDES prorrogação da suspensão de parcelas do Finame

Federação batalha por suspensão de parcelas por mais seis meses, além da prorrogação dos prazos contratuais pelo mesmo período

Federação batalha por suspensão de parcelas por mais seis meses, além da prorrogação dos prazos contratuais pelo mesmo período

 

No início da semana, a FRESP (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo) enviou ofício direcionado ao presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, solicitando que as medidas adotadas pelo BNDES em março/2020, por meio da Circular SUP/ADIG nº 11/2020, cujo prazo de duração foi de abril a setembro/2020, sejam prorrogadas por mais seis meses, até março/2021. Além disso, a entidade solicita que que seja autorizada a prorrogação dos prazos contratuais pelo mesmo período, permitindo assim que as empresas de fretamento recuperem sua capacidade de pagamento e possam honrar os compromissos assumidos junto aos agentes financeiros da linha FINAME utilizada nos financiamentos de suas frotas.

Regina Rocha, diretora executiva da FRESP, explica que efeitos da pandemia de Covid-19 tem perdurado mais do que o previsto inicialmente, prejudicando fortemente todas as empresas de transporte rodoviário público ou privado. “Por isso, é fundamental que nossas empresas contem com pelo menos mais seis meses dessa suspensão, possibilitando que sigam operando e trabalhando para retornar aos patamares próximos da demanda anterior à crise”, pontua.

Regina enfatiza ainda que a pandemia provocou um grave desequilíbrio econômico-financeiro no transporte coletivo por fretamento em todo o país, decorrente da queda abrupta da demanda, fruto das medidas de isolamento social. Enquanto o transporte de trabalhadores (fretamento contínuo) ainda teve certa demanda em função do tipo de setor que atendia, o turismo (fretamento eventual) teve sua demanda completamente estagnada.

“Com o país retomando algumas atividades de maneira progressiva, o fretamento contínuo registrou leve recuperação, mas ainda muito distante do necessário. Já o turismo e o transporte de universitários e escolares não veem nenhuma perspectiva para este ano”, lembra.

Milton Zanca, presidente da FRESP, afirma que durante esse período as medidas implantadas pelo Governo Federal têm sido de grande importância para evitar o completo caos do setor, assim como a iniciativa do BNDES para suspender as prestações do Finame. “Mas ainda seguimos em meio a uma crise sem precedentes. E enquanto a demanda não é retomada, entendemos que essa medida é fundamental para que o mercado de transporte coletivo no Brasil em breve volte a operar na normalidade e contribuir para a geração de emprego, renda e arrecadação de tributos no nosso país”, finaliza.

Sobre a FRESP – A Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado (FRESP) é uma entidade sindical de grau superior, constituída há 25 anos com o objetivo de agrupar, representar, coordenar, proteger e estimular o aprimoramento das atividades de transporte de passageiros por fretamento.

Hoje a FRESP é composta por sete sindicatos: SETFRET, SINFRECAR, SINFREPASS, SINFRESAN, SINFRET, SINFREVALLE e TRANSFRETUR espalhados pelo Estado de São Paulo. Os sindicatos juntos congregam mais de 300 empresas de transporte profissional de pessoas por fretamento.

Fonte: Imprensa Fresp

08/10/2020

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