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Governo Bolsonaro exonera José Lindoso de Albuquerque Filho da Semob

Lindoso recebeu Grupo formado para decidir futuro do VLT de Cuiabá no dia 21 de outubro. Na foto, da esquerda para a direita: Marcos Daniel Souza, Coordenador Geral de Análise de Empreendimentos; Ricardo Caiado, diretor de Mobilidade; José Lindoso, secretário Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos; Vicente Vuolo, coordenador do Movimento Pró VLT; Vicente Abate, presidente da ABIFER e Paschol de Mario, diretor do SIMEFRE

Lindoso recebeu Grupo formado para decidir futuro do VLT de Cuiabá no dia 21 de outubro. Na foto, da esquerda para a direita: Marcos Daniel Souza, Coordenador Geral de Análise de Empreendimentos; Ricardo Caiado, diretor de Mobilidade; José Lindoso, secretário Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos; Vicente Vuolo, coordenador do Movimento Pró VLT; Vicente Abate, presidente da ABIFER e Paschol de Mario, diretor do SIMEFRE

Em portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 25 de outubro de 2019, o Ministro Chefe da Casa Civil da Presidência da República exonerou José Lindoso de Albuquerque Filho do cargo de Secretário Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos (Semob) do Ministério do Desenvolvimento Regional.

No mesmo ato, consta também a exoneração, a pedido, do Secretário Nacional de Transportes Terrestres do Ministério da Infraestrutura, Jamil Megid Junior.

Lindoso ficou apenas 3 meses no cargo. Ele foi nomeado para exercer o cargo de SEMOB no dia 26 de julho de 2019, em portaria do Ministro Chefe da Casa Civil, Onyx Dornelles Lorenzoni, em substituição a Jean Carlos Pejo.

Ex-diretor comercial da Caixa Econômica Federal (CEF) nos anos 90, José Lindoso assumiu a presidência da Ferrovias Bandeirantes S/A (Ferroban), empresa de transição que arrematou a Malha Paulista da Rede Ferroviária Federal em 1998, após a transferência da FEPASA pelo Estado de São Paulo para a RFFSA.

Lindoso ocupou o posto desde a privatização, em novembro de 1998, até 14 de abril de 1999, quando foi substituído por José Carlos Nunes Marreco.

Na última segunda-feira, 21 de outubro, Lindoso recebeu o movimento Pro VLT de Cuiabá, coordenado pelo economista e cientista político Vicente Vuolo. No dia 11 de novembro encerra o prazo do Grupo de Trabalho, formado pela Secretaria Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos, Governo do Estado de Mato Grosso e Caixa Econômica Federal, para decidir sobre a conclusão das obras do VLT Várzea Grande – Cuiabá.

Com a saída de Lindoso, resta saber agora como ficará a definição da continuidade das obras do modal. Segundo Vuolo, coordenador do Movimento Pró VLT, há três possibilidades para construção e operação: o Estado do MT arcar sozinho com a obra; Parceria Público Privada ou ainda um processo de privatização. A troca do modal para um corredor BRT foi descartada.

exonera-Semob

GRUPO DE TRABALHO TEM 120 DIAS

O Grupo de Trabalho (GT) formado para estudar e analisar alternativas de solução à reestruturação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Cuiabá e Várzea Grande começará a fazer visitas para conhecer a situação das obras do modal.

O grupo foi criado pela portaria nº 1674 do então Secretário Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos (Semob), Jean Pejo, órgão vinculado ao Ministério de Desenvolvimento Regional, no dia 12 de julho de 2019.

O GT é composto por representantes da Semob, do Governo do Estado do Mato Grosso e da Caixa Econômica Federal. O empreendimento tem contrato de financiamento no Programa Pró-Transporte, e se encontra atualmente paralisado.

O objetivo é fazer um diagnóstico da situação do modal para decidir se há viabilidade técnica e operacional. A primeira reunião do GT será realizada no fim deste mês. Enquanto isso, e em parceria com a Controladoria Geral do Estado (CGE), técnicos da Secretaria de Infraestrutura do Governo do Mato Grosso preparam relatório atualizando os dados da obra.

As atividades deverão se estender pelo período de 120 dias, a partir de sua instalação, sendo possível a prorrogação mediante justificativa.

Dentre os entraves existentes à conclusão do projeto do VLT estão ações judiciais, a delação do ex-governador Silval Barbosa que provocou a anulação do contrato com o consórcio na Justiça, além da viabilidade da tarifa.

O custo com o VLT até hoje já passa de R$ 1 bilhão, e a isso se somam parcelas do empréstimo feito para a construção, de R$ 12 milhões por mês.

Matéria da TV Centro América, afiliada da Rede Globo, relata que o grupo de trabalho precisa ainda atualizar o valor da tarifa, em caso da obra ser levada adiante. Para essa análise vários fatores deverão ser considerados: dados de origem e destino do transporte coletivo da região metropolitana; demanda de passageiros e distância percorrida pela frota do transporte coletivo, o que inclui transporte por ônibus; custo operacional; e custos de investimentos do operador.

Dados de VLTs já em operação, como os do Rio de Janeiro e da Baixada Santista, serão analisados e utilizados como referência.

HISTÓRICO

O início das obras do VLT remonta a 2012, quando o consórcio VLT Cuiabá – Várzea Grande começou a implantação do modal com um custo inicial de R$ 1,4 bilhão.  O VLT estava prometido para 13 de março de 2014, vinculado aos projetos de mobilidade previstos para a Copa do Mundo de 2014. Cuiabá foi uma das sedes do mundial.

O modal foi projetado para ter uma extensão de 22 quilômetros, com dois itinerários. O primeiro trecho ligaria o Aeroporto Marechal Rondon até a Avenida Rubens de Mendonça. O segundo sairia da Avenida Tenente Coronel Duarte até a região do Coxipó.

Fonte: Diário do Transporte

25/10/2019

 

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