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‘Prejuízos terríveis’, diz Aras sobre as 34 mil obras que não andam

O procurador-geral da República Augusto Aras, em Brasília. Foto: Sergio Almeida / CNMP

O procurador-geral da República Augusto Aras, em Brasília. Foto: Sergio Almeida / CNMP

O procurador-geral, Augusto Aras, defendeu, em reunião com os presidentes de todos os tribunais de contas dos 26 estados e do Distrito Federal, nesta terça, 5, ‘atuação preventiva, com identificação precoce dos maus gestores sem prejudicar as obras em curso no país’. Aras disse. O Brasil precisa avançar.

Ele destacou que existem mais de 34 mil obras paralisadas no País. Os prejuízos são terríveis, afirmou.

O chefe do Ministério Público Federal ponderou: Precisamos criar riqueza e diminuir a desigualdade. Para isso, temos que buscar não o problema, mas a solução dentre as alternativas possíveis.

O encontro do procurador-geral com os presidentes dos tribunais de contas, incluindo alguns de municípios, ocorreu na sede da PGR para ‘estreitar os laços institucionais e alinhar estratégias conjuntas de atuação voltadas ao avanço socioeconômico do Brasil’.

Aras considera que ‘as instituições de controle e fiscalização, como o Ministério Público e os tribunais de contas, devem atuar de modo preventivo, identificando precocemente os maus gestores sem prejudicar as obras em curso no país’.

No encontro também foi abordada a atuação do Ministério Público e dos tribunais no acompanhamento de empreendimentos que representem avanço para o país, como a melhoria da infraestrutura de transportes ferroviários.

O PGR defendeu ‘a desburocratização da Justiça, no sentido de se evitar a paralisação de grandes obras, exceto em último caso, se houver evidente prejuízo ou risco ao interesse público’.

O presidente do Colégio de Presidentes dos Tribunais de Contas do Brasil, Edilson de Sousa Silva, destacou a importância do fortalecimento dos órgãos de controle do país. Apesar do foco em auditoria, fiscalização, julgamento e condenação, a função mais importante dos tribunais é a pedagógica, considerou Edilson.

Fonte: Estadão (Blog)

07/11/2019

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