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Produção de caminhões beira 100 mil unidades em 10 meses

Demanda elevada no mercado interno compensa queda nas exportações

Demanda elevada no mercado interno compensa queda nas exportações

A produção de caminhões até outubro teve 98,7 mil unidades, volume 12,1% mais alto que o anotado em iguais meses do ano passado. O acumulado para o período é o melhor desde 2014 em produção e licenciamento. O crescimento da produção decorre da alta próxima a 40% no mercado interno, que compensa a forte queda (quase 50%) nas exportações. A análise isolada de outubro mostra 11,3 mil caminhões montados, 8,4% a mais que em setembro. Os números foram divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Os resultados obtidos pelo setor de transportes com a Fenatran, realizada em outubro, levam as montadoras a apostar em novo crescimento em 2020, segundo Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea.

“A Fenatran sinaliza a temperatura da economia. Houve número recorde de participantes [62 mil] e de negócios fechados em montadoras fabricantes de implementos”, afirma Moraes.

MERCADO INTERNO DE CAMINHÕES CRESCE 37,9%

Até outubro foram emplacados no País 83,7 mil caminhões, total 37,9% mais alto que em 2018. Os modelos pesados respondem sozinhos por mais da metade das vendas. Foram 42,9 mil, 57,5% a mais que em iguais meses do ano passado. A alta é puxada pelo agronegócio e pelo transporte de produtos químicos, entre outros. Como consequência, o setor de implementos registrou alta de 37% no acumulado do ano.

O segundo maior crescimento ocorreu para os médios, 38,2%, e indica recuperação do varejo, já que esses modelos são utilizados no transporte de mercadorias. O total, contudo, é baixo, apenas 8,4 mil unidades em dez meses.

EXPORTAÇÕES

De janeiro a outubro foram enviados ao exterior 11,3 mil caminhões, total 48,9% mais baixo que o registrado no mesmo período de 2018. A retração é puxada pela Argentina. A maior queda, de 63,1%, ocorre para os modelos semipesados, que responderam até outubro por 2,9 mil embarques. A retração também foi acentuada (55,2%) para os caminhões leves, com apenas 2,1 mil unidades exportadas.

ÔNIBUS: MERCADO LOCAL CRESCE 42,7%

Até outubro foram licenciados em todo o País 17,3 mil ônibus. A alta no período é expressiva, 42,7%, mas por causa de uma base de comparação baixa: no mesmo período do ano passado os licenciamentos ficaram pouco acima das 12 mil unidades.

Até o fim do ano a Anfavea acredita na venda de cerca de 20 mil unidades. A entidade também prevê crescimento do setor em 2020, que ocorrerá em maior intensidade se houver mais geração de empregos (e de passageiros para transportar).

Segundo o vice-presidente da Anfavea, Marco Saltini, os empresários vêm renovando suas frotas independentemente das licitações, mas essas aquisições ocorrerão em maior volume se houver crescimento do PIB e, consequentemente, geração de empregos e maior demanda por transporte.

A produção de ônibus até outubro somou 24,4 mil unidades, registrando leve queda de 3,7% ante iguais meses do ano passado. Neste período o Brasil exportou 5,7 mil ônibus, 19,7% a menos que no ano passado. Embora expressiva, a queda é menor que a registrada em caminhões porque o Brasil depende menos do mercado argentino. A Colômbia é um destino frequente dos ônibus fabricados no País.

Fonte: Automotive Business

06/11/2019

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