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Produção de caminhões cresce 22% em julho

Fabricantes retomam ritmo aos poucos e entregam 6,8 mil unidades contra as 5,6 mil de junho

 

A indústria de caminhões está retomando aos poucos o ritmo de suas linhas de montagem: em julho, com todas as fabricantes operando, as montadoras entregaram 6,8 mil unidades, volume 22,3% maior que o registrado em junho, quando as linhas de montagem produziram 5,6 mil caminhões. Os dados foram divulgados na sexta-feira, 7, pela Anfavea, associação das fabricantes.

Contudo, os limites impostos pela pandemia de coronavírus ainda afetam o desempenho da indústria no ano. A produção de julho foi 37,5% menor que a de mesmo mês do ano passado, quando o setor produziu quase 11 mil caminhões. Da mesma forma, no acumulado de sete meses foram produzidos 41,6 mil caminhões, uma queda de 37,3% na comparação anual – volume ainda menor do que em 2017, quando ainda estava sob efeitos da crise econômica da época.

Segundo o vice-presidente da Anfavea, Gustavo Bonini, a produção nacional retomando o rumo é reflexo da boa demanda de caminhões para o mercado interno, que continua sendo impulsionado pelo agronegócio, além de outras atividades de transporte que ganharam mais notoriedade durante a pandemia, alguns considerados essenciais, tais como transporte de medicamentos e combustíveis.

Em julho as vendas de caminhões cresceram 6,5% na comparação com o mês anterior. Os emplacamentos somaram pouco mais de 9,5 mil unidades e já estão 6,7% acima do mesmo mês de 2019. Já no acumulado de sete meses, o setor segue com volumes menores do que 2019: com 14,9 mil caminhões licenciados de janeiro a julho, o número é 14,9% menor do que o registrado em iguais meses do ano passado.

Para este ano, a Anfavea espera que sejam vendidos 65 mil caminhões, número que representa queda de 36% sobre o resultado de 2019. Segundo o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, o viés para o mercado de caminhões em 2020 é de alta: “Se for necessário podemos revisar os números, mas vamos esperar um pouco mais para ver a tendência do ano”, disse.

CAMINHO DA ESCOLA SUSTENTA O MERCADO DE ÔNIBUS

No caso do segmento de ônibus, o que sustenta o setor neste momento é o programa Caminho da Escola, cujas entregas estão impulsionando mercado. No mês passado, as vendas de chassis cresceram 42,5% na passagem de junho para julho, para 1,5 mil unidades.

“O programa Caminho da Escola tem sido essencial este ano para resgatar o volume de ônibus, que foi um dos setores que mais sofreu com a última crise econômica”, comenta Gustavo Bonini, vice-presidente da Anfavea para veículos pesados. “Acredito que ainda teremos mais alguns meses com o reflexo desse programa sobre o mercado”, considera.

Da mesma forma que caminhões, os volumes de ônibus também continuam em baixa com relação a 2019: o total emplacado em julho é 15,9% menor que o de mesmo mês do ano passado. Em sete meses, as vendas acumulam 7,2 mil chassis, queda de 36,7% sobre igual período do ano anterior.

A Anfavea prevê a venda de apenas 10 mil chassis em 2020, o que representa baixa de 52% sobre o resultado de 2019.

Fonte: Automotive Business

07/08/2020

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