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Superávit da balança comercial recua 60% em relação a 2019 e acumula US$ 2,74 bi desde janeiro

Redução do saldo comercial positivo acontece em meio à desaceleração da economia mundial, intensificada pelo coronavírus. Importações subiram e exportações caíram no período.

Redução do saldo comercial positivo acontece em meio à desaceleração da economia mundial, intensificada pelo coronavírus. Importações subiram e exportações caíram no período.

 

A balança comercial registrou superávit de US$ 2,749 bilhões no acumulado do ano até este domingo (15), informou o Ministério da Economia nesta segunda-feira (16).

O superávit acontece quando as exportações superam as importações. Quando ocorre o contrário, é registrado déficit comercial.

A cifra representa uma queda de 60,8% frente ao saldo positivo de US$ 7,016 bilhões registrado no mesmo período do ano passado.

A redução do saldo comercial positivo acontece em meio ao processo de desaceleração da economia mundial, intensificado nas últimas semanas com a pandemia do coronavírus.

De acordo com o governo, no acumulado de 2020, as exportações somaram US$ 39,517 bilhões –queda de 6,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. A média diária foi de US$ 790 milhões.

As importações somaram US$ 36,768 bilhões, com alta de 6,5% em relação ao mesmo período de 2019. A média diária foi de US$ 735 milhões.

Acumulado de março

No acumulado de março até o dia 15, ainda segundo dados oficiais, a balança comercial registrou um superávit (exportações menos importações) de US$ 1,327 bilhão.

Neste período, as exportações somaram US$ 8,660 bilhões, valor 5,6% menor do que o registrado no mesmo período de março do ano passado. Já as importações totalizaram US$ 7,333 bilhões, alta de 6,1% na mesma comparação.

De acordo com o governo, houve aumento, neste mês, nas exportações de semimanufaturados (+0,6%), enquanto recuaram as vendas externas de produtos básicos (-6,5%) e de manufaturados (-6,2%).

Nas importações, cresceram os gastos com aeronaves e peças (+66,8%), equipamentos eletroeletrônicos (+24,3%), químicos orgânicos e inorgânicos (+19,9%), plásticos e obras (+15,7%) e equipamentos mecânicos (+7,5%).

Fonte: G1 — Brasília

16/03/2020

 

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