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Truckvan incrementa portfólio e lança linha de pesados

Alcides Braga, presidente da Truckvan

Alcides Braga, presidente da Truckvan

Desde sua fundação, em 1992, a Truckvan Indústria e Comércio Ltda. acumula vasta experiência na fabricação de Unidades Móveis, tornando-se a grande provedora de soluções sobre rodas do Brasil e referência em customização de veículos. Agora, ocupando uma nova planta industrial, a empresa se lança no segmento de pesados e promete conquistar uma expressiva fatia do mercado. Confira na entrevista exclusiva que Alcides Braga, presidente da companhia nos concedeu.

 Série Estudos – Quais são as expectativas da Truckvan para o futuro próximo diante deste novo cenário político econômico?

Alcides Braga – A Truckvan está revendo seu portfolio, já notabilizado por suas unidades móveis. A mudança para a nova planta nos permitiu olhar para setores de mais escala e vamos colocar no mercado nossa linha de pesados, com semirreboque furgão, semirreboque sider, graneleiro, carga seca. Além desses, teremos ainda a linha inloader, para vidros. O setor como um todo está crescendo, em 2019, em torno de 50% e nós acreditamos que com esse incremento na nova linha de produtos, possamos abocanhar uma fatia desse mercado que está bem consolidado agora.

O senhor acredita que a queda das taxas de juros influenciaram para esse crescimento?

Com certeza a política de juros baixos, com tendência de quedas maiores ainda, ajudou muito o sistema financeiro para o financiamento de caminhões e, consequentemente, impulsionou o de implementos rodoviários. E, melhor ainda, não dependemos tanto do BNDES como antes. As linhas tradicionais de CDC, leasing e consórcio fomentam muito o setor. Além disso, o cenário de crescimento do PIB, das privatizações, dos leilões, de investimentos em infraestrutura podem proporcionar a tão desejada estabilidade para nosso segmento por, pelo menos, 4, 5 anos pra frente.

Comparando com os negócios realizados em 2013 e 2014, que foram anos muito bons para o segmento, podemos dizer que o mercado está voltando a sua plenitude?

Na área de pesados, já tivemos um recorde de 79 mil carretas. Mas nosso mercado tradicional comporta entre 60mil-65mil carretas/ano e de 110mil produtos no geral, entre leves e pesados. Para voltarmos a esse patamar, precisamos recuperar o segmento de leves porque o de pesados já se estabilizou, já está num patamar sustentável. O crescimento dessa categoria (reboque sobre chassis/leve) passa pela recuperação do PIB. É movido pelo comércio das grandes cidades, pela pequena indústria, pelo consumo. Então, essa recuperação da linha leve ainda não se deu. É interessante notar que, pela primeira vez na história, o número absoluto entre leves e pesados está na categoria de pesados, quando sempre foi de 3 para 1.

O senhor acredita que boom dos pesados se deve ao agronegócio?

O agronegócio sempre foi um dos pilares do segmento de implementos rodoviários e há anos vem sustentando nossos negócios. E continuamos contando com esse importante ramo da economia para fomentar a produção da indústria de implementos rodoviários.

Podemos dizer então que o senhor está otimista, que acredita na recuperação da economia e do setor brevemente…

Eu estou vendo para os próximos anos um Brasil mais leve, com custo financeiro menor, retomando o crescimento. Minha visão é a do copo meio cheio. As linhas ligadas à infraestrutura (basculante, prancha, betoneira) que estão andando meio de lado atualmente, devem surpreender a partir de 2020, 2021, em função das atividades na infraestrutura. A volta do crescimento do PIB gera empregos e incrementa o consumo das famílias, o que vai se refletir também na linha de leves em função de uma demanda que está reprimida neste momento. Estivemos na Fenatran e o clima geral era, sim, de otimismo. Contamos, inclusive com vendas para alavancar nosso primeiro trimestre do ano que vem.

Fonte: Série Estudos Rodoviário

Outubro 2019

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